sábado, 6 de dezembro de 2008


É uma espera interminável.
É uma sensação de solidão absurda.
Estou numa gare só, aguardando que chegue um comboio, que decerto virá vazio.
Mas, tenho esperança! E anseio por ter mais uns momentos!
Na certeza porém, de voltar a ser só, desabrigada e uma vez mais ansiosa por algo que nunca virá acontecer.

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